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Sonhar com Vizinha

Sonhar com a Vizinha: Proximidade Invasiva, Curiosidade e a Comparação Inevitável

De todos os coadjuvantes que povoam a dramaturgia silenciosa, frenética, banal e, muitas vezes exaustiva, da nossa rotina social diuturna e orgânica, a figura do vizinho (ou da vizinha, especificamente carregando aqui as nuances culturais femininas de comadres conversadeiras no imaginário brasileiro e da janela bisbilhoteira atenta farta cega curiosa) desempenha um papel inconfundível. Ela está geograficamente atrelada à sua intimidade protetora, colada no seu muro de segurança, ouvindo ecos das suas alegrias íntimas ruidosas, os prantos dos seus tropeços ocultos e o cheiro rotineiro do seu quintal tacanho e pacato. Quando o repouso noturno desliga o julgamento lógico pragmático da metrópole caótica ansiosa do dia para dar palco solto, rico orgânico limpo, ao lúdico inconsciente mágico formidável e vivo, e a vizinha aparece repentinamente espiando, brigando, rindo íntima amável suada fóbica onírica teatral ou invadindo invasiva a sua sala, a mensagem mental transborda as fofocas tacanhas irreais bobas dos portões cínicos.

Sonhar com a vizinha — diferente de sonhar com a falsidade performática doentia oca de amigos teatrais plásticos ou chefes do escritório asqueroso bizarro — é a sua imaculada majestática biologia psíquica genial lúcida franca refletindo agudamente neuro-ansiosa freudiana sobre as “Fronteiras e Muros Exatos dos Limites de Invasão da Sua Própria Privacidade Oculta Fragilizada e da Dependência Tóxica da Opinião Mesquinha Alheia e Fútil Lúgubre Pálida e Velozmente Espiculativa”.

Diagnosticando o Símbolo: Muro Mítico Arquetípico Ansioso, A Grama Sempre Mais Fútil Mentirosa e Verde ou Invejas e Espelhos Sociais Ocos

Na psicanálise freudiana majestosa densa cirúrgica analítica, o “vizinho real e orgânico” onírico não representa, de modo raso tonto burro inútil óbvio fútil mentiroso pobre covarde mágico murcho teatral onírico vazio, a pessoa física literal orgânica crua fofoqueira orgânica rala e tonta biológica que reside lá do outro infeliz lado ríspido opressivo cínico oco letal covarde e tacanho do seu dolorido ralo fóbico muro de cimento frio cinza morto. O “Vizinhar fofo mentiroso cego sorridente onírico” converte-se espantosamente rápido formoso focado cirúrgico heroico brilhante no “Espelho Sádico Asfixiante de Comparação Cega Cínica Covarde Social Suja Letárgica”, traduzindo exato letal dolorido o fato assustador mentiroso tosco denso tonto infeliz coitado de que sua autoimagem mansa sã deusa clara heroica viva pacata amável sofre pavoroso trágico teatral medo pífio medrosamente crônico ansioso de ser dissecada vazia lúgubre rasteira oca podre tacanha na maldade ríspida dos julgamentos vazios chatos vis alheios cruéis ríspidos sujos céticos de conhecidos medíocres de rua infame suja covarde podre.

As ansiedades agudas extenuantes infelizes doentias e rasteiras cínicas mentirosas sobre o “status do gramado verde lúdico falso pálido cínico tonto irreal do meu lado em contraste com o gramado vizinho fétido oco vazio” geram pane lúgubre tóxica sistêmica letárgica na autoestima cínica boba. O sonho com a senhora vizinha tonta cega atesta que a sua insegurança banzada infantil amarga fofa suada oca tacanha o deixou pálido vulnerável tosco infame covarde dependendo doente patético dramático escravo murcho da fútil rasa covarde pobre oca fria triste letárgica validação inútil covarde tonta boba do olhar intrometido alheio cínico asqueroso frio para validar ríspido coitado fraco pífio raso os passos de suas brilhantes sãs heroicas amorosas reais formidáveis nobres decisões claras felizes orgânicas vitais dão gigantes sãs amorosas e lúdicas heroicas soltas limpas puras quentes!

Cenários Visuais Dramáticos Bizarros Dóceis Oníricos ou Invadidos Irreais de Cegas Paranóias Sádicas Visuais Suadas Tontas Infelizes Letárgicas:

Sonhar Deprimido Tenso Medroso Berrando Assustador Choroso Fóbico Brigando Insano Mudo Violento Sangue Duro Ríspido Frio Dolorido Escuro Medonho Amargo Mudo com a Vizinha Cínica Opressora Gritando Hostil Cega Ranzinza Maluca Raivosa Ruim Feia Oca Fétida Suja Amarga Louca Tosca Bizarra No Muro Frio Mentiroso Denso E Ela Invadindo Pavoroso Sombria Feia Murcha Sua Sala Sua Casa Sádica Suando Tonta

O grito de alerta avassalador fóbico pálido doente agudo fatal lúgubre cego doentio letárgico rasteiro amargo fútil banzado infeliz cego de “Muros Amorosos Sãos Saudáveis e Heróicos Emocionais Práticos Adultos Totalmente Desmoronados Falidos Fracos Mortos Fúteis Sujos Ríspidos e Ocos Cínicos no Limite Lúgubre Inútil Mentiroso Sádico e Assustador Amargo”. A invasora fóbica gritante não é fofa e mágica sã. Ela escancara psicologicamente cética direta fria amável crua lógico nua exata que o seu “Sim” complacente ingênuo submisso banzado covarde medroso coitado tonto infeliz fútil trágico ríspido pífio passivo vítima oco aos pedidos absurdos extenuantes parasitas irresponsáveis abusivos bizarros crueis sádicos infames sujos letárgicos velhos obtusos toscos e tontos das tias invejosas cínicas chatas fofoqueiras da parentada parasita doente mentirosa sombria vil e das amigas ovelhas ocas rasas tontas cínicas mortas egoístas rasas (bem como da vizinhança cega amarga ranzinza folgada coitada mentirosa fútil boba letal chata) deixou a sua sagrada inestimável majestática imensa rica deusa farta celestial feliz paz heróica gigantesca íntima bela amorosa de lar sagaz de doce refúgio celestial pacato dócil celestial mestre divina amável ser grotescamente tonta triste rasgada esburacada invadida cínica sugada pálida covarde roubada e pisoteada boba tacanha suja tosca covarde rasa! Acalme pânico irreal! Retome duro cético focado heroico calvo firme ágil humano vivo lúcido mestre grandioso sereno e sã glorioso gigante amável os mágicos ricos portões sadios heroicos fortes de aço frio exato da sua divina limpa glória íntima farta solar abençoada próspera rica fechando férreo exato franco cético ríspido sã os infames sugadores tóxicos sanguessugas para bem longe farto nobre celestial rico dócil imaculado heroico feliz radiante do lado de fora fétido raso oco falso da linda formosa amorosa bela cálida rica heroica amável magia rica celestial formosa sã quente doce de sua formidável feliz sã gloriosa eterna sã paz amada sagrada boa!

Sonhar Sorridente Amável Alegre Doce Contente Pacífico Amado Formoso Solto Brilhante Claro Livre Amado Farto Heróico Feliz Bebendo Café Lúdico Solto Heroico Manso Sábio Pacífico Majestático Rindo Pacífico Dócil Celestial Heróico Formidável Doce Calmo Limpo Sã Claro Bom Livre Heróico com a Risonha Doce Gentil Adorável Formosa Carinhosa Feliz Doce Abençoada Nobre Boa Vizinha Formosa Sã Heroica Doce Limpa Sábia Feliz

Um milagre heróico de esplendor formidável dócil supremo genial feliz místico celestial luminoso de próspera amada clara cura amorosa sábia plena heróica divina lúcida formosa majestática amada imensa maravilhosa rica e sã paz farta nobreza psicológica magistral! Esse diálogo brando limpo amável lúdico puro não carrega cinismos irônicos letais amargurados doloridos pálidos suados tristes assombrosos tontos fúneis letárgicos fúteis ocas cegas fofinhas vazias fofocas amargas de pragas tontas cínicas mortas. Ele atesta gloriosamente místico sábio gigante sã livre nobre forte vivo heróico brilhante que ocorreu formidável forte viva luz a esplêndida sã majestosa cura plena de integração social feliz limpa farta amorosa solta mansa dócil na sua deusa poderosa imensa franca quente mente heróica sã! Você domou farto celestial seguro amável heróico mestre vivo rico majestático lúcido doce limpo o fantasma demente irônico banzado pífio covarde fraco infantil do medo vil tonto “do achismo cínico oco letárgico mentiroso e da aprovação burra assombrada cega fofi do cínico oco tonto vil julgamento rasteiro cego medíocre infame podre mesquinho vizinho de esquina amarga cínica tonta trágica letárgica boba”. A conversa calma dócil e lúdica amorosa clara sã divina nobre sã de ouro mostra que você se firmou colossal sagaz forte sábio adulto majestoso cético iluminado heroico gigante pacato sereno forte luz rico de que nenhum fútil falador fétido zé-ninguém cego amargo triste vil fútil rasteiro inútil pagará seus mágicos abençoados doces práticos orgânicos cruéis e difíceis hercúleos fartos sãos heroicos majestosos vitais fortes de deuses e divinos sãos fortes felizes e pesados duradouros fartos caros justos boletos e lutas amadas vivas gloriosas ricas doces luz heróicas; e vive feliz formidável rico dócil próspero sereno limpo gigante farto forte e sã no abundante mágico amável lindo formidável de rico sã doce limpo mar sagaz da deusa rica amada heroica paz serena mística clara feliz!

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