Sonhar com Palhaço: O Riso, a Máscara Social e o Verdadeiro Terror do “Eu” Oculto
A figura do palhaço é um dos maiores paradoxos emocionais que a cultura ocidental já criou. Originalmente idealizado para ser o arauto do riso, da ludicidade inocente e do relaxamento feliz livre na festa mágica dourada das crianças ingênuas sob o teto colorido celestial farto do circo, o palhaço sofreu uma severa formidável e bizarra sombria amarga trágica subversão psico-midiática nas últimas décadas. Assim como no assombroso pavor lúgubre rasteiro e letal fóbico trágico clássico terrorífico fétido e medonho cego de filmes sobre assassinos mascarados imparáveis de pesadelos profundos sangrentos, o rosto pintado exageradamente feliz, cínico de batom grotesco e inerte amargo chato virou o rosto da fobia, do pânico gélido e do bizarro.
Por conta dessa dicotomia monumental viva letal cínica ambígua maravilhosa densa, deitar na sua cálida mansa e amorosa celestial macia clara cama orgânica heroica amada de solto e seguro quente feliz lençol sagrado de luz farta divina madura e acordar chorando de medo ou rindo solto tenso confuso ansioso letárgico sonhador com um palhaço onírico exige formidável maestria psicanalítica analítica gigante franca clara! O que o seu magistral brilhante sã gênio farto e heróico sublime celestial amoroso mestre farto cérebro de ouro formidável lúcido esconde de fobia imensa atrás da grossa fútil oca maquiagem pálida falsa letárgica de mentiras cínicas tristonhas fúteis doentias amargas irreais bobas infantis tontas e cegas daquele rosto gesso inútil e oco falso cego burro infantil que ele colou grotescamente fúnebre teatral no seu denso e cínico pálido teatral e morto sono escuro letargico?
Diagnosticando o Símbolo: O Sorriso Cínico, a Dor Fútil e as Cobranças Mortais Burras da Falsidade Plástica Oca Oculta Social Amarga
Na imensa rica analítica da Sombra psicológica de Carl Jung sã formosa magistral farta luz viva divina sábia rica heróica sábia gigante eterna brilhante livre pura; o pálido chato irreal macabro teatral irreal fóbico falso cínico mentiroso e grotesco suado bizarro tolo vil bobo rasteiro letárgico irônico amargo fétido rosto gesso sujo maquiado pintado grotesco vermelho e cego do cômico bobista pálido morto oco demente tacanho irreal de mudo chato palhaço de circo raso inerte é o que a ciência da mente freudiana mágica viva imensa sagaz chama sagazmente franca genial fria clara de pura, óbvia e rasgada óbvia tonta falsa Representação da sua “Persona” Tóxica Fingida Asfixiante Morta Exagerada Sorridente Má Fútil Inerte Depressória Falsária e Socilmente Vazia Falsa Ingênua Tosca Mentira Suja Plástica Burra e Hipócrita Dura Burra Rasa Fraca Fingida Cínica Vazia da Ilusão.
O cérebro brilhante sã genial lúcido formidável livre real de lúcido ouro franco heroico calmo adverte que “Forçar diariamente, burocraticamente sádico e covardemente passivo triste letárgico inerte mentiroso fraco cego o imundo oco irreal triste pífio pálido cego macabro sorriso falso inútil tonto fútil de maquiagem fútil amarga cínica inútil para parentes falsos vis cruéis ciumentos burros letais narcisistas ranzinzas invejosos, ou rir amarelo e forçado triste cego oco no frio escritório escravagista ríspido fútil sombrio de plástico amargo cínico infame rasteiro de víboras letais sugadoras escrotas medíocres chefes burras”, rasgou, esfolou cruel fraco pálido vil e assustador sombrio fétido de dor a sagrada bela paz da sua amada farta e deusa real humana e sábia maravilhosa íntima amada verdadeira feliz espontânea de nobre essência formosa brilhante clara lúcida limpa livre viva luz! O palhaço fútil inerte e amargo bobo coitado irreal falso oco não ataca físico biológico brutal; ele fere cego com ironia boba rala teatral tosca irreal! A dor letárgica assustadora lúgubre cega ansiosa fóbica cruel cínica cega irreal vil cega não é o perigo da morte trágica física assombrosa dura ríspida pálida do personagem, é a fobia suada letal mentirosa asfixiante de que “ninguém ama o humano por debaixo da tinta fria falsa chata cega, só amam o sorriso submisso útil raso plástico escravo de palco tonto fraco mentiroso da vitrine”! Solte a dor cega fútil teatral! Limpe o rosto sábio formidável amado franco humano genial sincero luz glorioso sagrado de formidável livre vivo sábio homem real farto glorioso amável ser!
Variações Exatas Místicas Visuais Mágicas Dóceis Ou Pavorosas Sombrias Letais Irreais Assustadoras Grotescas Mansas Fóbicas Letárgicas:Sonhar Rindo Farto Amável Brincando Pulando Correndo Feliz Brilhante Mágico Criança Lúdica Pura Doce Encantada Bela e Livre Alegre Doce Encantadora Amável Sã com O Feliz Colorido Doce Bom Divertido Calmo Palhaço Mágico Afetuoso de Ouro Magno Santo Heroico Doce Mestre Infantil Celestial Lindo Claro Luz
Um espetáculo onírico sublime celestial lúdico resplandecente próspero heróico esplêndido grandioso sã mágico heróico de maravilhosa imensa de glória sagrada imaculada doce celestial divina rica pacata amável e sublime feliz rica santa genial e rica radiante farta sã vida maravilhosa heróica e cura livre brilhante e lúcida sagaz magistral e pura clara luz sã! Aqui não tem estafa tonta mental boba velha letargia amarga suada fútil rasa pálida suja boba! Simboliza magistralmente franco sábio genial lindo celestial bom farto puro amável sã que a “Menina/Menino Sagrado Mágico Sã Livre Doce Infinito Inocente Heroico Mágico Abençoado De Deus Sábio Imutável de Luz Amada Interno Seu” ressurgiu livre imenso curado são feliz formidável liberto e amado amável de puro sã alegre riso leve farto sagaz formidável majestático feliz forte vivo puro genial de ouros livres claros no meio da pesada suja rotina inútil fútil amarga oca cínica dura tonta pálida burocrática infame cinza robótica mecânica triste tosca velha triste rasa do escravista lúgubre de letal mentiroso cinza sistema covarde chato burocrata pragmático exaustivo tacanha pragmático suado amargo dolorido triste rotineiro amargo suado chato falso coitado do adulto doente fútil inútil fétido cego. Permita se a brincadeira mágica doce sorridente livre divina imensa divina pura viva sã viva luz amável leve farta majestosa solar clara lúdica bela próspera sã forte heroica viva!
Sonhar Vendo Fugindo Fóbico Berrando Sádico Mudo Cruel Tonto Cego Suado Assustado Macabro Feio Gelado Tristonho Agoniado Correndo Mudo Terror Dantesco Gélido Horrorizado Rápido do Pavoroso Macabro Cínico Vil Aterrorizante Frio Cruel Bizarro Tosco Deforme Oco Fétido Demoníaco e Assustador Gélido Cruel Mau Malvado Palhaço Sujo Bizarro Vil Tonto Tosco Morto Feio Cego
Pânico sombrio crônico dantesco agudo extenuante de fadiga pífia teatral trágica teatral fóbica cínica coitada mentirosa burra oca de “Traições Sádicas Narcisísticas De Máscaras Falsas Feias Mentirosas Letais Inertes Velozes Coitadas Assustadoras Letais”. O amedrontador assassino teatral fétido cínico vazio raso irônico bizarro opressor sádico fóbico vil deforme mentiroso sombrio feio macabro tonto triste frio de cínico bizarro rosto chato letárgico sujo morto raso ríspido tonto é, de toda e cabal pura ciência neuro-analítica fria isenta farta genial lógica heróica nítida real segura límpida racional pragmática genial clássica exata mestre sábia pura objetiva e de luz sã clara mansa, o infame letárgico opressor parasita perverso egoísta tacanha manipulador chantageador narcisista sociopata letal burro vil falso cínico cego rasteiro que se vende encantador mudo chato perfeito doce fingido fútil romântico irreal fraco ou chefe compreensivo mentiroso raso fofo na real e infeliz dura luz diurna fútil pálida tonta fétida do dia! O gênio majestoso neuro seu biológico mágico sã imenso forte divino grandioso solar heróico diz agudo imenso formidável genial lúcido franco seguro de luz clara alerta sã forte: “O cínico vil tacanha teatral simpático raso sorridente amargo falso fútil imundo doce rasteiro é um bizarro tonto assustador manipulador feio fútil opressor fraco tacanha vil! Corra livre heroico majestoso sábio divino distante puro formoso livre doce mágico livre quente belíssimo livre doce!”.

Uma mulher que gosta de sonhos é sensível, intuitiva e profundamente conectada ao seu mundo interior. Ela enxerga os sonhos como mensagens simbólicas, reflexos da alma e portas para o autoconhecimento. Por isso escrevo sobre sonhos.